Você esqueceu como se logar?
Para o acesso do Educando, utilize o Número de Matrícula como Usuário e a Senha cadastrada, ou a data de nascimento (ddmmaaaa). Para o acesso de Pai/Mãe/Responsável, utilize o CPF (sem pontos ou traços) como Usuário e a Senha cadastrada, ou a data de nascimento (ddmmaaaa). Resgatar Senha

Você esqueceu como se logar?
Para o acesso do Educando, utilize o Número de Matrícula como Usuário e a Senha cadastrada, ou a data de nascimento (ddmmaaaa). Para o acesso de Pai/Mãe/Responsável, utilize o CPF (sem pontos ou traços) como Usuário e a Senha cadastrada, ou a data de nascimento (ddmmaaaa). Resgatar Senha

Notícias

Continue vendo em
seu dispositivo móvel:

TAREFAS DE CASA - ARTES - 6ª série A e B

TAREFAS DE CASA - ARTES - 6ª série A e B Nossa Senhora do Rosário

Entrega: 1º aula depois do recesso - Valor: 20 pontos 

6ª Série: 
Escolha um dos textos sobre os personagens e lendas do Paraná,  abaixo, e com base nele crie uma poesia e um desenho (em papel sulfite) que posteriormente serão utilizadas em uma atividade relacionada à literatura de  de “Cordel”. 

Personagens e lendas do Paraná

Tindiquera : Tingui povo indígena que primeiro habitou a região de Curitiba . Os tinguis eram indios combativos , hábeis na execução de armas e utensílios de pedra . Orgulhosos de sua ascendência , tinham um belo porte , daí o nome tingui significar "nariz afinado" .
Numa das entradas do parque está a estátua do cacique Tindiquera , feita pelo artista plástico Elvo Benito Damo . Conta a lenda que o líder da tribo Tingui foi quem indicou aos colonizadores o local como deveria ser instalada a Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais . "Aqui" , teria gritado o cacique , assentando forte a sua lança , onde hoje é a Praça Tiradentes . A estátua , esculpida em bronze e em tamanho natural , apresenta o índio carregando um uma mão o varapau com que demarcou o sítio da futura capital paranaense ( Curitiba ) , e na outra , uma pinha ,simbolizando ar araucárias .

Maria Polenta, era uma famosa médica ortopedista autodidata e era capaz de colocar os "ossos no lugar". Era especialmente querida pelos jogadores de futebol, que a procuravam a cada contusão. Faleceu em 1959, mas um de seus filhos cursou a faculdade de Medicina e tornou-se ortopedista.

Maria do Cavaquinho:  Figurinha fácil das ruas do centro da cidade, nunca se separava de seu instrumento musical. Vivia de esmolas e biscates, como a venda de bilhetes de loteria, muitas vezes de semanas anteriores. Após trocar as ruas de Curitiba, em 1974, por um asilo na Lapa, ela ainda viveu mais 25 anos, falecendo em 1999.

Maria Bueno: santa canonizada pelo povo, repudiada pela Igreja,  após seu trágico assassinato na madrugada de 1893, em Curitiba. Maria Bueno era " mulher de vida alegre", (um eufemismo para prostituta) e lavadeira. Fora assassinado a navalhadas numa cena de ciúmes. O assassinato teria sido seu amante o primeiro soldado e barbeiro do 8º Regimento de Cavalaria, Inácio José Diniz que havia proibido que ela fosse ao bordel naquela noite. Ela foi e Diniz matou-a pela desobediência.

a cabeça quase foi separada do corpo e as mãos de Maria Bueno ficaram cheias de cortes pelos golpes de navalha ao tentar defender-se.  Na versão dos devotos, Maria Bueno ao entregar roupa lavada foi morta ao resistir à tentativa de Diniz estrupá-la. , Diniz foi prezo, julgado e, no julgamento, absolvido a absolvição seria prova bastante de que ela não era nenhuma santinha. Mas Diniz comete um latrocínio em 1894, quando Curitiba estava invadida pelas tropas federalistas. Pelo crime teria sido degolado por ordem de Gumercindo Saraiva, comandante federalista. Para os devotos de Maria Bueno, este foi o primeiro milagre de santa: seu assassino morreu degolado como a degolou.

Miguel Bakum: Pintor atormentado Considerado o "Van Gogh" curitibano, o pintor Miguel Bakum nasceu em Mallet, no interior do estado. Veio para Curitiba em 1930, depois de ter morado em Ponta Grossa e no Rio de Janeiro, onde conviveu com o pintor Pancetti. Sempre foi considerado por seus amigos como uma pessoa "atormetada", e era tratado pelo psiquiatra Alô Guimarães. O episódio que marcou sua vida ocorreu no Salão Paranaense de 1962, quando Bakum recebeu um estojo de pintura como prêmio de consolação por suas obras. "Ele interpretou aquilo como se as pessoas pensassem que ele precisasse aprender a pintar", conta o artista plástico Nelson Padrella. Poucos meses depois, Bakum enforcou-se em uma árvore no quintal de casa. Em seus bolsos foram encontradas as pílulas receitadas pelo dr. Guimarães, as quais o artista jamais fez uso.

Pedreiro Mikita,  o Fantasmas do Teatro Guaíra: No começo da década de cinqüenta , o governador Munhoz da Rocha transferiu o Teatro São Theodoro da rua Ébano Pereira para a Praça Santos Andrade com a intenção de batizar o local de Teatro Guaíra .
Diz a lenda que durante a construção do novo teatro havia um operário nissei chamado Mikita , que tocava um instrumento chamado chamisem na sua horas de folga . E sonhava tocar naquele teatro. Durante seu serviço de pedreiro , houve um acidente e este rapaz faleceu no local .  Ainda , no período de construção , um dos trabalhadores escutou uma música que vinha das salas das ferramentas . Ao abrir a porta , ele viu que as ferramentas estavam tocando sozinhas .  Em 1951 , o Teatro Guaíra foi inaugurado .
Na festa de inauguração , todos os operários foram convidados e alguns deles falaram que viram o espírito de Mikita na festa .
Alguns guardiões antigos disseram que , quando o teatro ficava vazio , era possível escutar barulhos de correntes e vultos durante a madrugada . Um deles falou que viu um rapaz nissei tocando uma espécie de bandolim, no palco, uma hora em que o teatro estava vazio . 

 M
aria Salto Alto da Chuva :
Maria era uma leiteira , muito vaidosa , que adorava andar de salto alto . Todos os dias , ela guiava sua carroça cheia de garrafas de leite , que ia da cidade de São José dos Pinhais até o bairro Uberaba na cidade de Curitiba .
Um certo dia , Maria tinha entregado todo o leite , quando de repente sua carroça quebrou ao mesmo tempo que chegou uma tempestade .
Então Maria resolveu andar do bairro Uberaba de Curitiba até a cidade de São José dos Pinhais no meio daquela chuva forte .
Mas , no meio do caminho , a moça morreu na tempestade .
Dizem que quando chove , o seu espírito se liberta e em toda a rua deserta , pode – se ouvir os seus passos e o barulho dos seus saltos altos .

Inri Cristo: O rei dos reis na província dos Pinhais Inri Cristo, ou Iuri Thais, se auto-intitula a reencarnação de Jesus Cristo. Profeta com igreja localizada no Alto Boqueirão, ainda é visto pregando no calçadão da Rua 15 de Novembro ou andando com seus seguidores a bordo de uma Kombi branca – atualmente um jipe Toyota Bandeirante branco. Nascido em Indaial (SC) e ex-verdureiro, Inri já rodou o mundo e foi expulso de vários países. Quando voltou ao Brasil, passou a ser conhecido por promover quebradeiras em igrejas e, depois, a estrelar programas de tevê populares. Hoje, reúne cerca de 100 admiradores que compõem o Movimento Eclético Pró-Inri Cristo (Mepic). O Mepic é responsável pela edição livros e manifestos escritos por Inri.

Gilda: Nunca houve um homem como Gilda Entre 1970 e 1983, Curitiba era habitada pelo travesti Gilda, na verdade Rubens Aparecido Rink. Nascida em Iporã, Norte do estado, Gilda era presença constante no carnaval e bailes da cidade, com seus vestidos longos, colares, bolsas e outros enfeites. Nos primeiros anos, raspava a barba e cortava os cabelos, mas com o tempo deixou a barba e os cabelos crescerem. Mantinha seus romances pela Boca Maldita e escandalizava Curitiba. Presa diversas vezes, em uma delas protagonizou um grande movimento em prol da sua libertação. Havia sido detida sob a alegação de que iria perturbar os desfiles das escolas de samba e virou ela mesmo a grande estrela da festa. No fim da vida, maltrapilha e bêbada, não se importava com nada. Estava tuberculosa desde o início de 1982. Poucos meses depois, levou facadas em uma briga na Praça Osório e por pouco escapou de um atentado a balas. Vivia pelas ruas, dividindo restos de comida com outros mendigos. Foi encontrada morta em uma casa abandonada, em 1983, aos 32 anos.

Francisco Iwersen: Criou o Capitão Gralha em 1946, conheceu Bob Kane (Batman), mas não se têm registros O herói usava no nome um dos maiores símbolos do nosso folclore, a Gralha Azul. O autor morreu três anos depois da criação de seu personagem sem sucesso.

Encantada da Ilha do Mel: existia um jovem que sempre pescava nas bandas da gruta e que um dia lhe apareceu uma linda mulher desconhecida, que ficou a conversar com ele. Antes de sumir dentro da gruta, ela lhe contou que era uma sereia e pediu que não contasse nada sobre ela. Várias outras vezes se encontraram na gruta e acabaram se apaixonando. Um dia ela lhe disse que ia levá-lo com ela, desde que não contasse nada a ninguém e deu a ele uma pedra de diamante, como prova de seu amor. Ele ficou muito alegre com a promessa e não conseguiu guardar segredo contando tudo a sua mãe. No outro dia bem cedo, ao ir encontrá-la, ela estava longe, ele mal conseguia vê-la dentro da gruta quando escutou sua voz dizendo:
- “Você quebrou a promessa, contou o nosso segredo e não posso mais levá-lo comigo. Vou embora sozinha. Para me encontrar de novo, vai ter que me procurar em outra ilha...”
Dizendo assim, desapareceu para sempre. Quando o jovem procurou em seus bolsos, sua pedra de diamante tinha se transformado em carvão.

Limpa-fossa: O primeiro limpa-fossas de Curitiba foi um homem conhecido como Castelhano, que inventou um sistema mecânico de sucção puxado por uma carroça de burros. Mas devido ao malcheiroso trabalho, foi apelidado pela população de Chico Bosta. Chico era conhecedor também de encanamentos, o que fez com que ele e sua "empresa" prosperassem no começo do século passado. Assim, ele arranjou ajudantes (apelidados de "bosteiros") e ainda deu uma garibada na vestimenta, demonstrando a ascenção social. Não demorou para que o povo mudasse seu nome. De Chico Bosta virou o Barão da Merda, em referência aos Barões da erva-mate, muito comuns na época. Ainda assim, o pioneiro nas empresas sanitárias curitibanas.

Loira Fantasma: Uma das mais famosas lendas de Curitiba, relata o caso da loira-fantasma , que em 1975 aparecia normalmente para os taxistas:
A lenda conta que uma loira muito bonita, certa noite,ao sair muito tarde resolveu pegar um táxi mas o taxista era um psicopata e estuprou e matou- a. O espírito desta loira nos anos 70 rondava a cidade, parava táxis, entrava no carro e pedia uma corrida (normalmente carros de 02 portas(para facilitar a entrada).Acertado o destino, o cemitério, o motorista guiava nesta direção, quando dava por si, a loira-fantasma, simplesmente sumia. Perplexos os taxistas não entendiam como esta pessoa poderia ter saído do carro. A loira fantasma já tinha sumido!!

 

Zulmiro, O Pirata: Em 1840, um misterioso inglês soturno veio morar num lugar, Chamado Sítio do Mato, que é o atual Bairro das Mercês em Curitiba/PR que abrigou este foragido pirata O nome dele era Zulmiro. Ele tinha perna de pau e dentes de vampiro! Por isto, vivia se isolando. Este pirata fez maldades na Inglaterra e veio parar em Curitiba, Porém, ele tinha um mapa que levava ao ouro que ele escondeu num misterioso túnel subterrâneo na Ruínas de São Francisco (Próximo ao Largo da Ordem).

Jonny Love o Poeta Presidiário:  José era um rapaz normal , morava na periferia e escrevia ótimas poesias e amava compor e escutar música romântica .
No ano de 1984 , ele descobriu que sua mãe tinha um amante e matou o rival de seu pai com um tiro .
A polícia descobriu que ele era o verdadeiro assassino e José acabou num presídio .
Em sua cela ele continuou a escrever poesias e a compor letras de músicas românticas .
Em 1985 , ele adotou o pseudônimo de Jonny Love inspirado numa canção que estourou nas rádios , naquele ano .
Em 1990 , surgiu na rádio da cidade um programa romântico em que as pessoas poderiam mandar suas poesias para serem lidas pelo locutor , e , também poderiam fazer amizades com outros ouvintes através de cartas .
Então , Jonny começou a mandar seus poemas para serem lidos pelo locutor . Assim , seus textos começaram a fazer sucesso .
Porém , o rapaz , também começou a escrever cartas , ao programa romântico da rádio , para fazer amizades com mulheres . Em 1998 , Jonny Love acabou contraindo tuberculose na prisão , não resistiu e acabou falecendo .
Porém coisas sobrenaturais começaram a acontecer : poesias inéditas deste mesmo rapaz não paravam de chegar ao programa da rádio e sempre eram lidas . Pedidos deste moço para fazer amizades com mulheres , também não paravam de chegar na rádio e elas sempre eram correspondidas .
O mais interessante é que as poesias eram do mesmo estilo e eram escritas com a mesma letra de Jonny Love .

Motoqueiro do Ácido: A lenda abaixo ficou conhecida em Curitiba no ano de 1991 :Rodolfo era um motoqueiro que  se apaixonou por Patrícia , uma linda loira alta e de olhos azuis. Porém , sempre quando Rodolfo estava trabalhando , esta moça dava um jeito de trair o coitado . Patrícia confessou ser portadora do vírus HIV e confirmou ter passado a doença a Rodolfo.
Então o motoqueiro , revoltado , derramou ácido no rosto da sua namorada , depois a matou e a enterrou no quintal de sua própria casa .
Porém , Rodolfo ficou maluco e partiu para atos insanos : depois daquele dia , ele passou a andar de moto , com um vidro de ácido na mão e começou a jogar o produto em qualquer mulher loira que estivesse nos diversos pontos de ônibus da cidade .

Bruxa Ana Formiga: No século dezenove , a feiticeira Ane O ‘ Neil era perseguida na Escócia por ser suspeita de matar crianças em rituais macabros . Por isto ela embarcou em um navio clandestino que tinha como destino o sul do Brasil .
Quando chegou no porto de Paranaguá , no Paraná , esta bruxa subiu a serra e partiu para Curitiba onde montou uma tenda , na Rua Benjamin Lins , para realizar curandeirismo e ler a sorte para as pessoas . Como esta mulher tinha o traseiro avantajado , igual o de uma tanajura , e comia muitos doces recebeu o apelido de Ana Formiga . Esta feiticeira tinha hipoglicemia , assim toda a vez que sua taxa de glicose baixava ela passava mal . Por isto , muitas vezes , Ana aceitava doces como forma de pagamento pelos seus serviços .
Em 1889 esta bruxa estava roubando guloseimas de uma confeitaria e foi presa em flagrante por um cabo do exército , que era recém – casado . No momento de sua prisão , ela exclamou ao militar :
- Quando eu sair deste lugar , farei um feitiço forte e você perderá a sua amada !
Os clientes de Ana ficaram comovidos com a sua prisão , por isto juntaram uma alta quantia de dinheiro e pagaram a sua fiança .
Um dia após a libertação da bruxa , a esposa do cabo teve um pesadelo com formigas invadindo a sua residência . Então , pela manhã , quando acordou abriu a janela do seu quarto e achou coisas estranhas : uma rã seca que tinha presa às pernas uma rosa branca e uma cruz na boca . No canto da mesma janela ainda tinha um bilhete escrito com tinta roxa contendo as seguintes palavras :
- Cabo , sua esposa morrerá daqui a sete dias !
Uma semana depois , a mulher deste militar morreu de uma doença que os médicos não souberam diagnosticar .
Segundo relatos esta história saiu por toda a mídia curitibana da época .
Reza a lenda que hoje , onde era a antiga casa desta bruxa na Rua Benjamin Lins , foi construído um hotel de luxo . Alguns funcionários deste estabelecimento disseram que já viram vultos estranhos e que linhas telefônicas deAlguns funcionários deste estabelecimento disseram que já viram vultos estranhos e que linhas telefônicas de quartos desocupados tocam misteriosamente .

 

Bailarina Filha do Barão: No século dezenove existiu no Brasil um grande homem chamado João da Silva Machado mais conhecido como Barão de Antonina . Reza a lenda que esta pessoa tinha poderes sobrenaturais e pertencia a algumas seitas secretas , dentre elas a Maçonaria.O Barão de Antonina teve várias filhas e uma delas era bailarina . Quando esta dançarina cresceu , ela casou – se e passou um tempo em Curitiba , num enorme casarão atrás de uma fábrica onde hoje é o Shopping Mueller . Por coincidência , atualmente , esta rua curitibana em que a filha do barão morou chama – se Barão de Antonina.No século dezenove esta bailarina resolveu dar aulas de balé nesta mansão e ela vivia dizendo :
- Um dia esta rua será conhecida como a rua da dança ! A minha alma nunca falecerá !
Muitos anos depois esta filha do barão expirou , os anos se passaram , seu casarão passou por vários donos , a fábrica virou o Shopping Mueller e aquela rua foi batizada de Barão de Antonina .
Reza a lenda que neste casarão , que pertenceu à filha do Barão , já funcionaram várias firmas particulares e os empregados delas sempre falaram que viam vultos de uma bailarina no local .
Até hoje os moradores daquela rua afirmam que já tiveram a impressão de ver uma imagem de uma dançarina clássica na janela .
Atualmente , no ano de 2009 , há uma placa de vende – se no local .

 

Fantasma do Barril de Vinho: Nos anos setenta Ana e Zé ,moravam na cidade de Colombo , região metropolitana desta capital  onde fabricavam vinho artesanal , todo o ano , quando era a época da Festa da Uva . Neste evento aconteciam muitas atividades : danças típicas italianas , feiras , eleição da Rainha da Uva e o concurso de vinho do ano .
Quinze dias antes da Festa da Uva , um barril chamou – lhe muito a atenção . Pois tinha uma cruz desenhada em giz e dele um som diabólico saia .
Finalmente chegou a Festa da Uva e Zé e Ana ganharam o concurso de melhor vinho. Assim os jurados quiseram conhecer o barril de onde saiu bebida tão saborosa . Seu Zé levou as pessoas até o estoque de barris que ficava no seu sítio . Então ele apontou para o barril onde tinha uma cruz desenhada em giz e exclamou :
- O vinho premiado saiu deste barril !
Desta maneira , os curiosos tocaram de várias formas no barril . Até que um dos jurados pegou uma escada, olhou para dentro do barril e soltou um grito:
- Tem um cadáver aqui mergulhado no vinho!
Assim todos se assustaram e a polícia foi chamada.
Os investigadores concluíram que fazia um mês que o homem morto estava dentro daquele barril e não conseguiram constatar a causa do falecimento daquela pessoa . Os empregados do sítio afirmaram que depois daquela Festa da Uva , passaram a ver vultos misteriosos naquele lugar .
Então surgiu a lenda de que aquele local era assombrado pelo fantasma do barril de vinho.

 

O Mendigo Que Falava Várias Línguas : Em Curitiba , nos anos 70 , bem no centro da cidade , havia um mendigo que dormia em várias praças e que falava várias línguas. No começo supunha que ele tinha vindo de uma família rica , que tinha perdido tudo e que por isto tinha virado indigente .
Mas , quando perguntaram como este morador de rua aprendeu várias línguas , ele respondeu que aprendeu a falar através de sonhos reveladores , que mostraram que em outra reencarnação ele foi um conde culto , porém muito mau e que por isto estava naquela triste situação . Depois de uma longa pesquisa , se descobriu que , realmente , aquela pessoa nunca teve uma vida remediada .

 

Lenda do Maníaco da Tesoura: Em 1974 , nasceu em Curitiba um menino chamado José. Ele foi abandonado pela sua mãe na maternidade das freiras e por isto foi levado a um orfanato . Este garoto tinha problemas de coordenação motora e um comportamento um tanto estranho .
Desde os 4 anos de idade , ele gostava de experimentar os vestidos e as presilhas das garotas do asilo para menores . Este menino , também , era fascinado por tesouras .
O tempo passou e em 1991 , José resolveu fazer os cursos profissionalizantes que eram oferecidos no orfanato . Primeiro , ele tentou o curso de cabeleireiro , mas como tinha problemas de coordenação motora , o rapaz não se deu bem . Depois , José tentou o curso de Corte e Costura , mas pelos mesmos problemas , não conseguiu continuar esta carreira .
Em 1992 , com 18 anos de idade , este rapaz deixou o abrigo para menores e foi trabalhar como afiador de tesouras e cutículas na cidade de Colombo , na região metropolitana de Curitiba . Mas , ele ainda sonhava em ser costureiro e cabeleireiro .
Naquela mesma época , José começou a escutar vozes , que diziam :
- Se você não pode usar a tesoura para o bem , use – a para o mal !
Todas as noites antes de dormir , ele escutava esta estranha voz .
Uma certo dia , ele foi entregar uma tesoura , que tinha afiado e  dominado pelo estranho espírito , José achou que deveria fazer uma  vítima .
Depois de muitas tentativas não conseguiu ferir ninguém mas umas das mulheres atacadas com um revólver disparou contra o maníaco .

 

Cigana do Passeio Público: Durante os anos setenta e oitenta , o Passeio Público ficou com a segurança negligenciada e por isto surgiram no local travestis e garotas de programa . Naquela época havia um transformista que se vestia de cigana e jogava cartas de tarô aos freqüentadores do parque .
Um certo dia o corpo desta pessoa foi encontrado morto e boiando em um dos lagos do Passeio Público.
o espírito que já leu o destino de muita gente no parque cuida das crianças que se perdem neste imenso Passeio Público .

Lobisomem: Em 1975 numa área afastada da cidade de são josé dos pinhais e q tbm não tinha luz na época, duas mulheres estavam lavando roupa p/ fora de casa e esperando os maridos.  bem tarde da noite, elas escutaram os dois bêbados e ficaram esperando quando olharam um animal grande, como um lobo, mas bem maior correndo, vindo atras deles, a uma distancia de uns 500 metros. elas correram, puxaram eles p/ dentro de casa e quando fecharam a porta o bicho começou a arranhar a porta o bicho foi embora. na manhã seguinte foram ver e estavam lá as marca de unhas na porta. até hoje lá uma porta de madeira com marcas profundas de unhas de algum animal grande.

Lenda da Curva da Cigana Na cidade de Campina Grande do Sul , região metropolitana de Curitiba , na BR 116 , no quilômetro 34 existe um lugar chamado Curva da Cigana , onde algumas pessoas falam que coisas estranhas ocorrem .
Porém , interessantes mesmo são as lendas em várias versões que existem sobre este lugar . Veremos algumas delas abaixo : há mais de cem anos atrás , aquela região era habitada por imigrantes muito religiosos e conservadores . Algumas destas pessoas achavam que o povo cigano tinha pacto com o demônio , o que não é real .Um certo dia , apareceu uma caravana de ciganos naquele lugar .Então , dias depois , alguns homens preconceituosos colocaram fogo no acampamento de ciganos , bateram em alguns e perseguiram uma princesa cigana , que acabou sendo morta com um tiro .Quando a BR – 116 foi construída naquele mesmo local em que a cigana foi morta , muitos veículos começaram a ver o fantasma dela que passeava na estrada , mais precisamente numa curva . Então , por isto a curva foi apelidada de A Curva da Cigana .

Presídio do Ahú  Diz a lenda que ele foi construído em 1905 por intermédio de uma seita de magia . Por isto este local possui passagens e porões secretos . Falam que nestes porões , pessoas da alta sociedade executavam rituais místicos .  A lenda , também , diz que toda a sexta – feira santa , à meia noite , se você parar em frente ao presídio poderá ver e conversar com os espíritos dos presos que morreram dentro dele .
Certa  noite , alguns detentos fizeram a brincadeira do copo dentro da cela e surgiram almas dos presos que faleceram lá . Na manhã seguinte, todos os presidiários que participaram deste jogo macabro amanheceram mortos misteriosamente .

Navio Astro: Por razões econômicas e políticas, a Inglaterra queria acabar com o tráfico de escravos para o Brasil, os ingleses, que tinham o poderio marítimo na época, em 1845 criaram uma lei chamada bill Aberdeeen, que autorizava seus navios a perseguir os brasileiros que estivessem transportando negros, mesmo na costa brasileira. O cruzador britânico Cormorant entrou na Baia de Paranaguá para aprisionar navios brasileiros carregados de escravos trazidos da Africa. o Astro, o qual, para não ser apanhado pelos ingleses afundou a embarcação com dezenas de negros presos nos porões. Para a população foi o estopim. Jovens acadêmicos e filhos de comerciantes saíram sorrateiramente à noite e dirigiram-se para a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, na Ilha do Mel, onde, juntamente com apoio de alguns militares do Forte e mais alguns habitantes de ilhas vizinhas se uniram para preparar um ataque de surpresa e impedir os "invasores" de levar para mar alto as embarcações aprisionadas por crime de tráfico de escravos.O Cormorant já estava saindo da baía, escoltando os barcos que capturara (Dona Ana, Sereia e Campeadora) quando a Fortaleza da Ilha do Mel abriu fogo contra ele. O combate não durou mais do que quinze minutos e o Cormorant conseguiu passar, não sem antes queimar e afundar o Dona Ana e o Sereia, levando consigo somente a galera Campeadora.O combate teve muita repercurssão, pró e contra, mas, de positivo mesmo, aconteceu que, naquele ano, em face ao episódio Cormorant, o governo aprovaria a Lei Euzébio de Queiróz, contra o tráfico de escravos.

O Quebra – Vidro: Nos anos oitenta um menino , cujo o apelido era Quebra – Vidro porque gostava de quebrar tudo o que era tipo de vidro , caiu no mundo das drogas e por istNos anos oitenta um menino , cujo o apelido era Quebra – Vidro porque gostava de quebrar tudo o que era tipo de vidro , caiu no mundo das drogas e por isto virou marginal muito cedo .
Um certo dia ele teve a idéia de assaltar os veículos que ficavam parados num sinaleiro da Avenida das Torres , perto da Vila Pinto , bairro onde morava . Porém ele fazia o roubo de uma forma diferente : de noite , ele pegava um pedaço de tronco de árvore ou uma picareta , quebrava a janela dos automóveis com o instrumento e tirava as bolsas dos motoristas destes carros .
Numa noite de sexta – feira de Lua cheia Quebra – Vidro quebrou a janela fumê de um carro fúnebre cujo o final da placa era 666 . Naquele mesmo instante um homem pegou o corpo deste garoto e o colocou para dentro do veículo . Uma outra pessoa colocou éter nas narinas do menino e ele desmaiou . Dias depois o corpo de Quebra – Vidro foi encontrado numa floresta em Colombo , região Metropolitana de Curitiba , com sinal de ter sido utilizado em um ritual satânico .
Diz a lenda que toda a sexta – feira de Lua cheia o fantasma de Quebra – Vidro aparece na Avenida das Torres tentando quebrar a janela de algum veículo .

Lenda da Curva do Tomate: Há muitos anos atrás um caminhão , carregando muitas toneladas de tomate , corria pela Avenida das Torres em alta velocidade . Então na curva em frente a um conjunto habitacional chamado Jardim Centauro , este carro capotou . Reza a lenda que alguns tomates invadiram , de forma violenta , uma residência matando uma idosa que fazia tricô no sofá .
Por isto aquela curva passou a ser conhecida como : A Curva do Tomate . Dizem que a prefeitura levou dias para recolher tantos tomates que tinham se espalhado pelo caminho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Outras Notícias

Ver lista completa
 
Sistema Brasília
Mãe da Sta. Esperança
Colégio Passionista Rosário
Rua Do Rosário (R. Francisco Busato), 54 - Centro Colombo - PR
CEP 83414-240
  •   (41) 3656-3835
Delta Tech - Gerenciamento de Conteúdo